Menu

Diga não ao aborto! 

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no facebook
Compartilhar no email

Perspectiva histórica

A história é clara ao demonstrar as barbáries cometidas quando o conceito de vida e dignidade humana são relativizados! Quando um povo não entende o outro em essência, isto é, como digno de vida, atrocidades são cometidas! Esse é o caso, por exemplo: das guerras históricas, da escravidão e das torturas.

Aliado a isso, tem-se a própria historicidade do aborto como política de Estado.  Ele é recentíssimo! Tem suas origens em dois modelos governamentais que foram dos mais assassinos da história terrestre: o socialismo da União Soviética e o nazismo Alemão. Foram instituídos em 1920 e 1935, respectivamente. 

Não é preciso dizer muito sobre as consequências advindas sobre o modo de pensar dessas sociedades, no qual há uma clara relativização da vida, quebra flagrante do primeiro aspecto aqui tratado: o principiológico (por isso mesmo de uma institucionalização de agenda abortiva). Uma gerou o Holodomor com aproximadamente 12 milhões de mortos e a outra o Holocausto com mais ou menos 2 milhões de mortos.   

Não obstante, tais ideias sociais não ficaram restritas ao conglomerado de países dominados por esses governos; suas ideologias ganharam o mundo, aproveitando-se e muito do secularismo conjugado com o liberalismo teológico das sociedades ocidentais. Tamanho fora o seu florescimento, que programas cristalinamente neomalthusianos racistas como os da estadunidense Margareth Sanger (Planeed Parenthood), são vistos até hoje como guias humanitários de ajuda às mulheres em vulnerabilidade social; o que claramente não são, como bem se pode extrair de seus próprios escritos: 

A falta de equilíbrio entre o nascimento dos fracos e fortes é a maior ameaça atual para a civilização. O exemplo das classes inferiores, a fertilidade dos débeis mentais, dos deficientes, dos afligidos pela pobreza, não deveria ser tomado como exemplo pelos mais fortes e aptos mental e fisicamente. […] O problema mais urgente hoje é como limitar e desencorajar a hiper-fertilidade das pessoas mental e fisicamente inferiores. É possível que métodos drásticos e espartanos sejam inevitáveis.

Diante do exposto, faz-se necessário uma revisão do pensamento pró-legalização! Pois de acordo com suas nuances fundadoras o objetivo mor é de poder e controle e não saúde pública como propagandeiam.

É tempo de lutar! Diga não ao aborto!

Publicações Relacionadas

NPC
Pr. Ronaldo de Jesus

Eu não gosto de Política

Ninguém escapa da política, querendo ou não ela faz parte da nossa vida. O filósofo grego Platão, que viveu entre 428 e 348 a.C., disse

Leia mais
NPC
Gustavo Knauer

Aborto (PL 1904/24)

Um carro parado no semáforo aguardava a abertura do sinal para prosseguir viagem. De repente, ouviu-se uma freada brusca, seguida de um forte ruído de

Leia mais

Outras Publicações

Devocional
Paulo Maskote

Faça sua mala e suba!

Hospede-se na montanha por um tempo… Maria quando soube que estava grávida precisou ausentar-se de Nazaré por um tempo… não era um “adeus” – era

Leia mais
Devocional
Renata Santana

Fonte de Vida

Você é uma fonte! Se à sua volta o terreno for seco e sem vida, não se intimide, há o suficiente em ti para tornar

Leia mais
Our Faith
Verônica de Souza

God is your provider

“Take the first fish you catch; open its mouth and you will find a four-drachma coin”. (Matthew 17.27) We have a tendency to see our job,

Leia mais