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O valor de falar em novas línguas

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Jesus disse: “Em meu nome falarão novas línguas” (Mc 16.17). Não estamos em um congresso de teologia, nem em um simpósio de metafísicas transcendentes multiculturais. Estamos diante da Palavra de Deus, diante de uma promessa clara de Cristo. Falar em línguas é coisa de Deus. Não depende da sua formação teológica, da sua linha de orientação ou de qualquer construção acadêmica. O que prevalece é o que Jesus disse.

Se você ainda não fala em línguas, eu quero lhe dizer: você não sabe o que está perdendo. O falar em línguas não é adereço para um culto mais animado, mas uma dádiva espiritual que o Senhor concede para edificação pessoal e fortalecimento da Igreja.

Há três dimensões do falar em línguas que precisam ser entendidas. A primeira é quando alguém fala em um idioma que não conhece, mas que outro pode compreender. Foi assim no dia de Pentecostes: pessoas de diversas nações ouviram, cada uma em sua própria língua, a mensagem de Deus. Essa experiência continua sendo válida hoje: Deus pode usar a boca de um crente para transmitir uma palavra em um idioma desconhecido para ele, mas perfeitamente compreendido por quem ouve.

A segunda é a língua que os homens não entendem, mas o mundo espiritual entende. Paulo fala sobre “a língua dos anjos” (1Co 13.1). É algo tão sublime que os anjos se alegram ao ouvir, porque reconhecem que seres terrenos foram autorizados a participar de uma dimensão celestial. Ao mesmo tempo, até os espíritos caídos percebem que o crente entrou em outra esfera. Essa experiência não é mera emoção: é uma invasão da eternidade no tempo.

E há ainda a terceira dimensão, a mais íntima: a língua do mistério. Paulo diz: “O que fala em línguas não fala aos homens, mas a Deus” (1Co 14.2). Essa é a linha direta, exclusiva, o “telefone vermelho” entre o crente e o Senhor. Há momentos em que as palavras humanas não bastam, em que até orar em português ou em uma língua conhecida parece arriscado, como se alguém pudesse interceptar a mensagem. É então que o Espírito concede uma língua que só Deus entende, reservada para situações de emergência, para tribulações tão profundas que apenas o Eterno pode decifrar.

Mas há também uma dimensão pedagógica nisso. Assim como quem viaja para a França procura aprender algumas palavras em francês para não se sentir estranho, quando falamos em línguas estamos aprendendo o vocabulário da eternidade. Estamos ensaiando a linguagem que usaremos em algum lugar do céu. É como se cada oração em línguas fosse uma aula antecipada de cidadania celestial.

Por isso, eu lhe pergunto: você já falou em línguas hoje? Por que você gosta de falar em português? Porque é brasileiro. E por que o crente gosta de falar em línguas? Porque é cidadão dos céus.

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