Menu

Série Guardiãs do Lar: Provérbios 31

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no facebook
Compartilhar no email

Provérbios 31:9  diz: 

“Abre a boca, julga retamente e faze justiça aos pobres e aos necessitados.”

Sermos mulheres conscientes e posicionadas como guardiãs do lar não é sinônimo de alienação social. Vemos aqui de maneira prática que essa mulher está intencionalmente mentoreando, exercendo sua influência de mãe, para fazer do seu filho um agente de transformação social, consciente de suas responsabilidades.

Ela está chamando a atenção de um rei, que ele deve julgar, aplicar a lei de maneira que defenda os direitos dos pobres e necessitados. Quem usa a palavra de Deus como justificativa para manter a  mulher cristã alheia à realidade que a cerca nunca leu a Bíblia.

As filhas de Zelofeade são exemplos de mulheres que exerceram influência política e social. No livro de Números encontramos a história dessas 5 mulheres que

conquistaram direitos civis. Eram elas: Maalá, Noa, Hogla, Milca e Tirza.

Secularmente, movimentos de mulheres usam a rebeldia como método para avançar em questões de direitos civis e de outras ordens. No entanto, não vemos esse “espírito” nas atitudes das filhas de Zelofeade.

A autoridade conferida por Deus ao homem, não é justificativa nem para a rebeldia, nem para a passividade e omissão feminina.

Se aquelas mulheres tivessem se levantado usando como ferramentas confrontação e desrespeito à liderança de Moisés, não seria contra ele que elas estariam se levantando, mas sim contra a autoridade que Deus exercia naquela comunidade por meio da instrução de Moisés.

Ser uma mulher cristã não é sinônimo de omissão e passividade a respeito de questões sociais.

Ser uma guardiã é também ser consciente de que há situações de injustiças que apenas mulheres irão vivenciar e identificar. E Deus pode e quer usar isso como uma influência saudável para a implantação de políticas públicas mais justas. A história das filhas de Zelofeade nos mostra a importância da participação ativa feminina na sociedade e que a rebeldia e confronto feministas não são padrão de comportamento para as mulheres do Reino.

Publicações Relacionadas

Devocional
André Batalhão

Ovelhas entre lobos

Quando Jesus envia os discípulos em missão, Ele não lhes promete facilidade, mas verdade. Suas palavras são diretas: “Eis que eu os envio como ovelhas

Leia mais
Devocional
André Batalhão

Fé que persevera

“Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar? Eu lhes digo: ele lhes fará justiça,

Leia mais
Devocional
Déborah Freire

O ponto final

Pronto. Agora quero fazer algo por ela! Mas o quê? Um filho.Se considerarmos a narrativa bíblica, veremos que a sunamita não pediu nada em troca

Leia mais

Outras Publicações

Our Faith
Verônica de Souza

When Storms Come, Hold on to Hope

A promise is a covenant or declaration that one will do exactly what they say, or something will happen just as pledged. This excerpt is part of an article written by Max Lucado where he encourages us to hold on tight to these four lifelines – they can withstand the waves of worry and difficulty in our lives.

Leia mais
Devocional
Felipe Rodrigues

Geração de Fineias

A ira do Senhor havia se acendido contra Israel e uma praga corria no meio deles pois haviam se lançado nos braços das filhas de

Leia mais